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Aspecto tecnológico

Eduardo Vinicio e Elias Suzarte
Instituto de Química, Universidade Federal da Bahia, Campus de Ondina, Salvador - BA – Brasil

Aspectos tecnológicos
A espécie de algodoeiro G. hirsutum L.r. latifolium Hutch., é a mais plantada no mundo, com 33,31 milhões de hectares. Existem inúmeras aplicações dessa malvácea, considerada “o boi vegetal”, por ser totalmente aproveitada pelo homem.

Os subprodutos do algodão podem ser classificados como: primários (o línter, a casca e a amêndoa); secundários (farinha integral, óleo bruto, torta e farelo); terciários (óleo refinado, borra, farinha desengordurada).

É o óleo vegetal mais antigo produzido industrialmente, tendo sido consumido em larga escala no Brasil, porém, reduzido com o aumento da produção de soja. O processo de obtenção do óleo consiste na abertura do caroço de algodão para obtenção do grão, esmagamento do grão e extração do óleo por prensa hidráulica ou extração química; a coloração escura leva à necessidade de refino térmico; a clarificação é a fase de maior importância na determinação da qualidade e estabilidade do produto final, onde é submetido a três etapas para a total clarificação.

Os principais ácidos graxos são o palmítico (C16H32O2), o oléico (C18H34O2) e o linoléico (C18H32O2). A principal utilização do óleo de algodão é como óleo comestível.

Eduardo Vinicio e Elias Suzarte são alunos de graduação em Química da UFBA. Este trabalho foi realizado no semestre de 2007.1 durante a disciplina optativa “Marcas, Patentes e Propriedade Industrial”. Não tinham tido contato anterior com o tema.

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